VIDE: TERRA DE ISRAEL
Cabala
Adin Steinsaltz (Adin Even Yisrael): «A Rosa de Treze Pétalas». Maayanot, 1992.
Apesar do potencial para a santidade persistir para sempre, é verdade que a santidade da Terra de Israel não pode ser manifestada adequadamente, a menos que todos os constituintes dos círculos de santidade que irradiam do centro de Jerusalém estejam em seus lugares corretos. Assim, quando o Templo não está em pé, todos os aspectos de santidade que crescem dele tornam-se vagos e incertos, alguns deles afundando num estado de santidade apenas latente, indicando somente uma possibilidade e um ponto de partida. A santidade da Terra Santa não tem nada a ver com o que os habitantes são, ou com o que eles fazem; é uma escolha vinda de cima, de além da compreensão humana.
René Guénon: SÍMBOLOS DA CIÊNCIA SAGRADA
Alleau: ASPECTS DE L'ALCHIMIE TRADITIONNELLE
O símbolo das «duas Terras», a «Terra Santa» e a «Terra Sagrada», que juntas ao par Sol-Lua, compõem a «cruz cósmica», tendo como vertical o «eixo da luz original» e horizontal o «eixo do coração» (Terra Santa). O polo norte representa o Axieros (Hermes-Logos) e o polo sul o Hermes-Kadmon (Kadmilos), a Terra Sagrada. No lado direito da horizontal, Hefesto (Axiokersa; Lua); no lado esquerdo da horizontal, Hélio-Logos (Axiokersos; Sol).
Esta figura mostra, de uma parte, o cruzamento dos dois eixos ou da díade «luz-coração» no ponto central da Cruz, localização que se torna então, em relação à «Terra Sagrada», o centro da «Terra Santa» ou o «Raio único da Luz original» e cujo símbolo unirá, a meio caminho, o «sol e a «lua» pelo gráfico do «Cordeiro» atestado pelas representações de Hermes-Kriophoros ou «portador do cordeiro» em seguida por aquelas do «Bom Pastor» cristão.
NOTAS: